TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DE JESUS SERÁ SALVO!

MATEUS 11:27 "Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. 29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. 30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve". ATOS 4:12 "em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos".


15 de fevereiro de 2012

CAIO FABIO, RESPONDE... Siga o exemplo

DISCIPLINA NA IGREJA Olá, tudo na paz? Rev. Caio Fábio, estou precisando de um depoimento seu, se for possível, é claro. Estou fazendo uma matéria sobre exclusão na igreja e gostaria de saber sua opinião a respeito. Perguntas: 1. Você concorda com a exclusão de pessoas do hall de membros? Resposta: Concordo quando há cinismo, perversidade e dolo na ação deliberada e contínua. Gente que se confessa e busca graça em Deus e mudança de caminhos, não deveria ser afastada nunca. Arrependimento e dignidade não se excluem um ao outro. Por que? Resposta: Porque a Igreja tem que ter uma justiça que exceda a dos escribas e fariseus...A nossa tem que ser maior. E Jesus disse isto no Sermão do Monte, no qual Ele também mandou amar o inimigo, a não resistir ao perverso, não julgar e ser misericordioso para que se alcance misericórdia diante Dele. Pode um pastor se basear na passagem de 1Coríntios 5:2 para excluir alguém? Resposta: Se o caso for o de um membro da Igreja que está tendo um caso sexual aberto e cínico com a mulher do pai...tudo em família...e tudo em igreja... Sim! Em casos assim, eu creio que deve...é saudável. Esse era o contexto em Coríntios. Só que se pega a gravidade daquela situação e faz-se duas coisas: a primeira é aplicá-la a qualquer coisa...; a segunda é não ver que em II Coríntios no capítulo dois, Paulo manda que o “tal” seja perdoado e acolhido outra vez...para que não seja consumido por excessiva tristeza e para que Satanás não alcance vantagem sobre nós. Disciplina é coisa muito séria...Põe o homem na beirada de uma posição de acusador...de satanás...se não houver justiça e amor e não visar um fim proveitoso. O homem que foi entregue a Satanás para a destruição do corpo...é o mesmo que precisa ser acolhido para que os papeis não mudem...e Satanás alcance vantagem em nosso arbítrio excessivo e presunçoso—e sobretudo, sem a Graça de Deus. Afinal o irmão pode estar morrendo de excessiva tristeza. Se caso a pessoa for excluída, a atenção à ela não deveria ser redobrada? Resposta: Claro! Paulo disse que vestimos com muito mais cuidado e honra os membros do corpo que nos são menos decorosos! Jesus disse que jamais lançaria aqueles que o Pai lhe deu fora. Excluir não seria estar indo contra as palavras de Jesus? Resposta: Excluir como se exclui, na maioria das vezes é pecado contra a Graça. Nesse caso, o disciplinador está pecando com muito maior gravidade que aquele que está sendo disciplinado. Disciplina vem da raiz grega da palavra discípulo...É tratamento de amor, justiça e graça a fim de curar; não é ação de extermínio. Ou seja: não é tarefa para o Esquadrão da Morte. Além do quê, pastor NENHUM tem esse poder de ligar ou desligar NINGUËM de Jesus. O pastor desliga conforme a sua conveniência aqueles que ele não quer que andem mais por perto dos círculos de sua pseudo-santidade. Você já excluiu alguém? Por que? Resposta: Sou líder e pastor há quase trinta anos…e nunca tive que disciplinar ninguém. A Palavra e o Espírito fizeram o trabalho antes...as pessoas já vinham julgando-se a si mesmas...desse modo, conforme Paulo, não devem ser julgadas. O convite do Evangelho é para as pessoas se julguem...e cresçam em consciência própria. Disciplina é para cínicos e indiferentes... Já foi excluído alguma vez na sua vida? Resposta: Não! Antes que alguém soubesse qualquer coisa disciplinar a meu respeito, eu mesmo já havia pedido, por escrito, o meu afastamento de qualquer coisa. Eu julguei a mim mesmo. Examine-se o homem...e assim, coma do pão, beba do cálice ou não...Assim, nunca fui disciplinado. Eu me julguei diante de Deus. O processo de disciplina do presbitério de Niterói contra mim...nunca existiu antes de eu escrever pedindo afastamento e nada além disso. O que existiu foram cinco cartas minhas, pedindo afastamento e que não foram aceitas...E quando perguntavam sobre mim a alguns deles, os meninos diziam que estavam “estudando” o meu processo de disciplina para ver se me “reconduziriam” ou não ao ministério. Ora, eu, eles, Deus e a nuvem de testemunhas sabemos que nunca foi assim... Coisa de menino! Até na hora de disciplinar, tem gente que tenta faturar... A doença dos disciplinadores é freqüentemente maior que a dos disciplinandos. A santa inquisição e a História da Igreja que nos contem!

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