Não desenvolva uma “voz religiosa” quando estiver pregando. Alguns pregadores fazem isto e é muito desconcertante. A voz de púlpito deles é tão diferente da voz normal que chega a assustar, parecem maritacas.
Isto transmite um sentimento de insinceridade, soa como falsidade, é como se o sujeito estivesse representando um papel de palhaço.
Isso separa da congregação, a qual formará a tendência de vê-lo com um gênero ou espécie diferente.
Chega até a parecer que tais pregadores pertençam a um mundo diferente do de seus ouvintes.
Essa estranha voz forjada dificulta a congregação de se identificarem com eles.
A verdadeira pregação consiste de uma voz normal, deve-se usar a mesma voz, entonação e timbre que se usa cotidianamente nas comunicações normais da vida.
Isto transmite um senso de realidade e sinceridade.
Voz religiosa é uma demonstração de presunção, não de fé.
Não grite a igreja não é surda, procure falar num tom e volume de conversação normal, que talvez tenham que ser aumentados um pouco de acordo com o tamanho da congregação, e se tiver disponível um sistema de amplificação de som, procure usar em volume mínimo.
É sempre bom variar a velocidade e o timbre do pronunciamento para evitar a monotonia.
Os ouvintes precisam aceitar a mensagem, mas para isso, é preciso que o pregador seja aceito por eles. Ninguém merece ouvir um papagaio no palco.
O pregador precisa ser natural, certificando-se que todos os ouvintes podem ouvi-lo claramente. Se for para gaguejar no altar é melhor nem subir nele.
Seria um desperdício ouvir um sujeito aos berros enchendo lingüiça por não ter unção e nem qualificação para ser pregador do Evangelho.
Neste caso, seria melhor o sujeito ir vender banana na feira! Ali sim, é lugar de gritar.
A obra de Deus é perfeita e lugar de palhaço é em circo.
Se não gostou...
Olhe a minha cara no perfil acima para ver se estou preocupado.
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