FALO DO QUE VEJO E VIVO isso há quase 36 anos. Pessoas com doença no corpo que vivem relacionamentos conturbados em família tem 70% de chance de morrer na doença.
A boa saúde depende do equilibro emocional, seguida de uma boa dieta alimentar e remédios certos, na hora certa. Se a pessoa está constantemente passando por aborrecimentos e cobranças, e se sente maltratada o corpo reage negativamente fortalecendo a doença.
E quando se trata de uma doença psicossomática, ou seja, uma doença espiritual com sintomas físicos reais a coisa fica pior porque em resposta ao mal trato a pessoa se isola se fechando para o social e quando cobrada se irrita deixando o sistema nervoso no ponto de explodir.
O doente precisa de paz e tranquilidade para se curar e no caso de alguns é preciso revisão de conceitos, pois erram de forma consciente e depois ficam jogando a culpa nos outros, inclusive até mesmo em Deus, como se alguém fosse responsável pela merda que fizeram.
No erro tudo dá errado, então, em se tratando de cura, primeiro é preciso que se descubra a origem do erro, é preciso reconhecer as falhas e aceitar o fruto do retorno delas. Querer se sentir coitadinho/a não ajuda em nada e quem está de fora forçar a barra para se livrar do problema, também não ajuda em nada, só atrapalha. Muitos se aproveitam dos doentes para tomar o que é deles, ficam naquela do "já está com o pé na cova mesmo" e com isso resolvem ser capetinhas na vida da pessoa, mas o tiro costuma sair pela culatra e quem tem sempre a última palavra é Deus.
Se as pessoas não conseguem viver em paz e se unirem para dar solução ao doente o bom mesmo é ficar de boca fechada e cuidar da própria vida. Quem não sabe ajuntar, espalha. O doente não pode ser visto como um pobre coitado ou como alguém que não merece estar passando pelo que passa. Todo mundo merece viver o que vive, nada ocorre de forma injusta. Se tem doença é porque tem problema e o melhor é ter o coração aberto para tratar o problema. É preciso que se tenha a mente aberta para se reconhecer errado/a e assim buscar a melhor solução para a restauração da saúde emocional e do corpo, do contrário, morre mesmo.
E o meu conselho para quem não está disposto/a a se ver falho, é manter a funerária em dia para não encher o saco dos outros, na morte.
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