Atos 14:19... Sobrevieram, porém, uns judeus de Antioquia e de Icônio que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto.
20 Mas, rodeando-o os discípulos, levantou-se, e entrou na cidade, e no dia seguinte saiu com Barnabé para Derbe.
21 E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio e Antioquia,
22 Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus.
Falar sobre o Apóstolo Paulo me emociona e de certa forma me faz sentir honrado, pois na minha concepção ele é o maior exemplo bíblico de um homem fiel e servidor convicto de seu Mestre. Paulo é único, é perfeito, é humano, imbatível e invejável. Foi capaz de viver tudo aquilo que Deus em Cristo espera de cada um de nós como herdeiros de seu reino. Ele não hesitou e nem poupou esforços para cumprir a sua missão, junto a Jesus que após se revelar o arregimentou para uma brilhante obra evangelizadora. Paulo foi corajoso, eficaz, prudente, sábio, guerreiro, amoroso e justo ao cumprir sua vocação junto ao Espírito Santo. Ele se destacou de uma forma diferenciada dos demais apóstolos, pois enquanto os outros pregavam o Evangelho tendo como base a lei estabelecida na época, ele salientava a graça de Deus e falava aos seus ouvintes sobre a importância de se conhecer o bem e o mal, o bom e o ruim, a verdade e a mentira e deixava que livremente eles escolhessem aquilo que seria, pela consciência, estabelecido o melhor para suas vidas. Não por força, nem por violência, mas pelo Espírito de Cristo.
Falar sobre Paulo se constitui uma tarefa muito difícil para mim e como diz certo ditado popular: é muita areia para o meu caminhãozinho. Prouvera Deus que eu tivesse 1/5 (um quinto) da unção, capacidade intelectual, dedicação e disposição dispensadas por amor ao Evangelho de Deus, mediante Jesus Cristo. Escrever sobre este incomparável homem de Deus é quase que impossível. A mim pelo menos se torna difícil emitir um parecer sobre a vida desse homem que mudou a mentalidade religiosa entre os gentios e também de muitos judeus que creram no Evangelho defendido por ele.
Vou tentar expressar o que realmente sinto de Deus a respeito do apóstolo Paulo, partindo pelo texto de 2 Coríntios 11:7-33, quando ele expressou, em decorrência de sua defesa quanto à sua autoridade apostólica. A vida do Apóstolo Paulo é cercada de mistérios inexplicáveis e dentre esses mistérios há um que sempre chamou a atenção das pessoas de uma maneira especial – O espinho na carne, que por três vezes ele orou a Deus para ser livre, mas Deus preferiu não satisfazer a vontade do apóstolo (2 Coríntios 12:7-9). Neste episódio Deus nos deixou bem claro que nem sempre ele está disposto a responder algumas de nossas orações de forma a satisfazer nossa vontade. Seja feita a tua vontade SENHOR!
O que seria esse espinho na carne que Paulo tratou como sendo um mensageiro de Satanás? Eu, sinceramente espero contar com a misericórdia de Deus a fim de que em o nome de Jesus, tenhamos por meio do Espírito Santo uma resposta, a única resposta – a revelação da verdade oculta, mas eu respeito o versículo de Deuteronômio 29:29, “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Tentarei chegar lá fazendo menção de importantes fatos vivido por Paulo, mas confesso: Tudo indica que o meu raciocínio passará por uma transformação emocional que contribuirá para um amadurecimento espiritual até aqui não vivido por mim, apesar dos meus 30 anos de caminhada proporcionados por Deus. Vamos ao texto bíblico, sempre lembrando que o apóstolo Paulo foi tremendamente injustiçado. Por favor, leia com muita atenção o texto abaixo:
2 Coríntios 11: 7, Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus?
8 Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado.
9 Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei.
10 Como a verdade de Cristo está em mim, esta glória não me será impedida nas regiões da Acaia.
11 Por quê? Porque não vos amo? Deus o sabe.
12 Mas o que eu faço o farei, para cortar ocasião aos que buscam ocasião, a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós.
13 Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.
14 E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.
15 Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.
16 Outra vez digo: Ninguém me julgue insensato, ou então recebei-me como insensato, para que também me glorie um pouco.
17 O que digo, não o digo segundo o SENHOR, mas como por loucura, nesta confiança de gloriar-me.
18 Pois que muitos se gloriam segundo a carne, eu também me gloriarei.
19 Porque, sendo vós sensatos, de boa mente tolerais os insensatos.
20 Pois sois sofredores, se alguém vos põe em servidão, se alguém vos devora, se alguém vos apanha, se alguém se exalta, se alguém vos fere no rosto.
21 Envergonhado o digo, como se nós fôssemos fracos, mas no que qualquer tem ousadia (com insensatez falo) também eu tenho ousadia.
22 São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu. São descendência de Abraão? Também eu.
23 São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes.
24 Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um.
25 Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;
26 Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;
27 Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.
28 Além das coisas exteriores me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.
29 Quem enfraquece que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase?
30 Se convêm gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza.
31 O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é eternamente bendito, sabe que não minto.
32 Em Damasco, o que governava sob o rei Aretas pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem.
33 E fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos.
Quando medito nos versículos acima e faço possíveis comparações entre o apóstolo Paulo e as igrejas de hoje, fico irritado, sinto nojo e desprezo, pois as representações eclesiásticas de hoje (com exceção de um remanescente, muito raro e fiel à Cristo) são soberbos e ineficazes, vivem mercadejando a Palavra de Deus como se fosse um produto qualquer, adulteram a verdade com vista aos interesses pessoais e isso me soa como uma afronta pessoal.
Os pastores, sim, os pastores que se exaltam na condição de deuses deveriam tomar vergonha na cara e se converter como Paulo se converteu.
Alías, eu gostaria que algum expert na tal teologia, me mostrasse no Novo Testamento um homem somente que tenha sido chamado de pastor. Somente Jesus Cristo é digno de ser chamado Pastor, ele é único, fiel e verdadeiro, somente ele é capaz de dar a vida por suas ovelhas, os demais que se intitularam pastores por força de CNPJ estabelecido em pessoa jurídica ou associação religiosa e certificados de teologia sem visão celestial são ao contrario do apóstolo Paulo.
Cobram salários para compartilhar um Evangelho que nos foi dado de graça e de graça somos ensinados a dar. Paulo sempre foi humilde, os pastores se mostram arrogantes, despojam a Igreja de Cristo somente pensando em prebendas, servem falsamente seus semelhantes, sempre são pesados nunca se importam com as privações de suas ovelhas e quem dirá dos estranhos.
O apóstolo Paulo esfregava a verdade na face dos adversários, nunca teve medo de anunciar o Evangelho que para ele era poder de Deus, ainda que tenha sofrido varias tentativas de morte, ele sempre se mostrou digno de Cristo, enquanto que nossos tais pastores são covardes e se deixam intimidar, são medrosos, passam a mão sobre a injustiça porque só querem garantir o maldito salário que ostentam de forma desonesta. Hipócritas! Como disse o apóstolo Paulo: Obreiros fraudulentos se transformam em apóstolos de Cristo apenas para despojar os inocentes que a cada dia sentem necessidade de se aproximarem de Deus. Não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo (mensageiro) de luz. Não é muito, pois os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.
Alguém considera que a época do apóstolo Paulo é diferente de hoje? Tudo permanece igual, somente a população que chegou à casa dos 7 bilhões, mas o pecado continua o mesmo e os falsos lideres também.
Paulo foi varias vezes chamado insano, porque ele falava segundo o SENHOR ordenava. Ele, como homem sábio, outrora comandante do exercito romano, verdadeiro conhecedor da lei de Moisés, poderia ter se valido desses recursos para ter uma vida tranqüila e ser reconhecido como o tal, mas renunciou a tudo isso para ser exemplo digno de um verdadeiro servo de Jesus Cristo, coisa que certos pastores jamais terão a coragem de fazer.
Observe a partir dos versículos 23 aos 33 as diferentes formas de sofrimento e como ele manteve um equilíbrio emocional capaz de líder com todas as privações que sofreu. Veja isso no inicio do nosso comentário quando ele foi apedrejado e dado como morto... No outro dia ali estava Paulo, pregando com ousadia o Evangelho de nosso SENHOR. Teria sido ele um super homem? Não! Paulo, somente foi um homem, convicto de sua fé e responsabilidade ministerial. Ele fora treinado pelo exercito romano para suportar todo tipo de sofrimento e afronta. Ele se valia de um poder sobrenatural que somado ao seu currículo, fazia dele um servo eficaz, diante de seu SENHOR. Ele era unha e carne com Jesus, abraçou a causa do Evangelho como se fosse uma batalha do exercito romano. Ele foi para Jesus um instrumento escolhido para levar o seu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel; Jesus mostrou quanto lhe importava sofrer pelo seu nome (Atos 9:15-16). Coisa que raramente alguém teria coragem para fazer, muitos tem vergonha de até citar o nome de Jesus, quanto mais sofrer com ele.
O apóstolo Paulo, também enfrentou a doença, resistiu de cabeça erguida. Em Gálatas 4:13-15, ele confessou: Vós sabeis que vos preguei o Evangelho a primeira vez por causa de uma enfermidade física. E, posto que a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto; antes, me recebestes como anjo (mensageiro) de Deus, como o próprio Cristo Jesus. Que é feito, pois da vossa exultação (alegria)? Pois vos dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar.
Seja qual a for a doença ou fraqueza que Paulo tenha vivido com certeza ela não foi motivo para murmuração e desanimo na vida do apóstolo. Através dessa enfermidade que muitos julgam ser “oftalmia”, Cristo se fez presente na vida de Paulo e através dela ele conheceu o verdadeiro amor, que ali estava presente na vida dos Gálatas.
Não vou comentar a questão do desprezo que a maioria dos pastores oferece aos enfermos dentro das igrejas, mas é vergonhoso.
Voltemos ao livro de 2 Coríntios, agora no capitulo 12, nós testemunhamos um fato marcante na vida de Paulo e que ele insiste em não gloriar-se. Quantos que conhecemos que fazem questão de encher a boca e dizer: Eu sou eu faço, eu posso, eu aconteço, gente que sempre faz questão de pisar em tapete vermelho, vive como se tivesse um rei na barriga ou se acha o dono do mundo. Ostentam a imagem de um verdadeiro Nabucodonozor. Não sabem estes que no final acabarão comendo capim num pasto publico onde todos poderão contemplar suas vergonhas? Cuidado! Pois quem se auto- exalta, Deus abate e vira excremento.
O apóstolo Paulo, tinha tudo para dizer eu sou, entretanto, ele se manteve como a um homem qualquer, cheio de fraqueza. Paulo não foi um super homem como muitos imaginam, mas ele era um servo obediente aos objetivos de seu único mestre, Jesus Cristo, nosso SENHOR. Num dado momento de sua vida ele teve visões, onde o SENHOR o arrebatou até ao terceiro céu, e estando no paraíso, ouviu palavras inefáveis (é tão lindo que não se pode exprimir por meio de palavras). A revelação foi tão maravilhosa aos seus olhos e mesmo assim ele não se gloriou (2 Coríntios 12:1-5) e sempre salientava que se tivesse de se gloriar seria em suas fraquezas. A pergunta que faço é: Em que época da vida de Paulo, o SENHOR o arrebatou, teria sido antes ou depois da confirmação de seu chamado apostólico? No versículo 2, ele cita “há catorze anos”, mas a informação é insuficiente, não me atrevo a fazer suposições e muito menos presumir algo a respeito, sei apenas que Paulo, por causa da importância dessa revelação recebeu um espinho na carne que ele próprio chamou de: mensageiro de Satanás para o esbofetear,a fim de que não se exaltasse (2Coríntios 12:7). Como eu posso explicar isso, ou quem poderia? Como vimos anteriormente Paulo sofreu de tudo quanto foi jeito e forma, por fim foi aprisionado e mais tarde decapitado. Ele cumpriu seu ministério de forma maravilhosa. Nunca se valeu de conhecimento humano para convencer seus ouvintes. Deus estava ali com ele para fazer sinais e maravilhas.
Muitos supõem que o tal espinho na carne seria uma doença nos olhos, outros dizem que Paulo seria epilético, e há quem diga que o espinho na carne seria a tentação sexual em virtude de sua abstinência, entretanto, nenhuma das três possibilidades justifica o espinho na carne, visto que Paulo sofreu de tudo e mais alguma coisa. Não seria sensato afirmar ou dar uma causa lógica para esse mensageiro de Satanás.
A grandeza dessa revelação que gerou esse espinho na carne, não pode ser classificada como uma causa física, emocional ou espiritual. Eu pessoalmente não tenho condição para afirmar que o espinho seria um, ou...??? O meu conhecimento não me permite chegar a uma conclusão, se fosse matemática eu diria que é um PI. Impossível chegar a um número redondo. Paulo foi um homem que tudo suportou por amor ao Evangelho de Deus. Um grande homem que desejou a todo custo fazer a vontade de Jesus. Serviu ao mestre com todo seu entendimento, com toda sua força, com todo coração, dotado de uma qualidade sem igual, único e o seu maior interesse era que todos o imitassem naquilo que sabia fazer de melhor - adorar a Deus. É lamentável que os lideres de igrejas de hoje não sejam capazes de trilhar o caminho que provou ser verdadeiro para que se propague o Evangelho incorruptível.
Deus se recusou a afastar o mensageiro de Satanás. Apenas disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza (2 Coríntios 2:9).
Paulo como todo pecador sem Cristo, antes de ser chamado para ser Apóstolo, fez muita gente sofrer, tentar julgar aqui para obter uma possível falsa justificativa, não seria correto, pois Deus não leva em consideração o tempo de ignorância. Tudo o que disseram a respeito do espinho na carne de Paulo não passam de cogitações humanas sem valor espiritual, são teses que jamais serão provadas, assim como a genealogia de Jesus. Fico feliz em saber que nem tudo me será possível discernir, sei apenas que Deus e Paulo, Paulo e Deus, tinham um elo poderoso e através desse elo os objetivos do Evangelho foram alcançados em o nome de Jesus.
Eu encerro o meu parecer e louvo a Deus por ter me proporcionado esse momento de reflexão que me foi compartilhado com o Espírito Santo através de uma pergunta feita por uma irmã em Cristo: O que seria o espinho na carne do apóstolo Paulo? Irmã Nazaré costa, fiz o meu possível para dentro de minha capacidade tentar esclarecer esse mistério, que para mim continuará sendo um mistério de Deus. Vou classificar esse espinho na carne como “um algo mais” que fez do apóstolo Paulo um homem poderoso nas escrituras e que foi capaz de suportar todos os inimagináveis sofrimentos por causa do Evangelho de Jesus Cristo, nosso SENHOR.
Deixo a todos as palavras do apóstolo Paulo descritas em Filipenses 3:13-21, a saber : 13 Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
14 Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
15 Por isso todos quantos já somos perfeitos sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará.
16 Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.
17 Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam.
18 Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo,
19 Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.
20 Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,
21 Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.
Alegrai-vos no SENHOR... Filipense 4:11 Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
12 Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
13 Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.
Deus prossiga vos abençoando em Cristo Jesus... Sempre!
Apóstolo Bianchini e Nazaré.
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