BOA TARDE AMADOS DE DEUS!! ACREDITE QUEM QUISER, só faço o que me mandam.
A RESPONSABILIDADE DE UM (A) SERVO (A) DE DEUS.
Para quem está em Cristo, e carrega nos ombros o peso da responsabilidade ministerial a vida não é fácil. Vive-se em função dos outros, não há vida própria, o querer individual passa a não existir, a paz é completamente retirada, a tristeza por ver o sofrimento alheio é demasiadamente preocupante.
O (a) Servo (a) de Deus não tem hora para dormir, às vezes rola na cama querendo dormir, mas o peso do chamado não o deixa descansar.
Servir a Deus nunca foi fácil, muitas vezes quem tem o compromisso na alma sofre a dor do doente, a fome do faminto, a miséria do miserável, somos levados a gemer, chorar, sentir dor, receber afronta, perseguição, calunia, difamação, desprezo e solidão.
Deus nos leva a sofrer psicológica e psicossomáticamente. Muitas vezes, quem serve a Deus passa fome, frio, nudez, adoece e quase sempre não é lembrado (a), e nem sempre recompensado (a) num gesto de gratidão e ternura.
Quem serve a Deus é visto pela maioria como aquele ou aquela que pode ajudar e socorrer, mas nunca é visto como aquele ou aquela que precisam de ajuda.
Meu Deus, agora são duas horas, numa madrugada fria, tentei dormir, não consegui, tive que levantar do conforto de minha cama, onde minha esposa descansa suavemente.
Aqui estou me sentindo incomodado e ao mesmo tempo ocupado por Deus, a escrever esta mensagem, que sabe lá quem irá se interessar em ler, mas tenho que escrever, é a minha obrigação, e ai de mim, se não escrever.
Quando eu me calo, o meu corpo adoece, a minha vida definha. De certa forma, não sei como explicar, sou levado a sentir as dores de todas as pessoas que me pedem oração, é como se realmente eu também estivesse doente. Tento imaginar como Jesus se sente pela frieza espiritual de sua igreja, não deve ser fácil sentir a dor do Mestre. Ultimamente tenho pedido ao SENHOR que me dê sonhos proféticos, mas confesso que me arrependo de haver pedido, pois, dói demais olhar os profundos mistérios que Deus nos faz enxergar.
Hoje, antes de me levantar, eu orei e pedi ao Espírito Santo que me mostrasse a realidade pós morte daqueles que se vão alegando serem salvos. Eu dormi durante uma hora, antes não tivesse dormido, tive um sonho que aqui deixo pra você:
"Eu me vi como se estivesse flutuando rumo ao céu, havia luz ao meu redor como se fosse o farol de mil carros iluminando o meu rosto, a minha visão não suportava tanta luz, fiquei confuso querendo ver alguma coisa, mas só tinha luz a se ver, de repente tudo se apagou, ficou escuro, eu me vi dentro de um túnel semelhante a um poço sem fundo, a velocidade da queda parecia estar a cem quilômetros por hora, eu gritava desesperado, parecia nunca terminar, estava em queda livre, quando cheguei ao fundo, antes de tocar o solo, comecei a flutuar, e suavemente coloquei os pés em terra, no meio de um deserto escaldante, onde não é possível sobreviver. Havia luz como o sol que aqui temos, não havia fogo, mas era como se houvesse. Um calor insuportável. Ali estavam milhares de pessoas que com os olhos contemplavam ao longe o brilho da cidade de Deus, mas por mais que quisessem ali chegar, não lhes era permitido.
Estavam confinadas a viverem ali até que os livros do juízo do trono branco fossem abertos e lidos. Essas pessoas são os crentes que morreram estando em desobediência, por não terem pregado o Evangelho aos ímpios quando tiveram oportunidade em vida. Eu me vi diante dos crentes infiéis que tinham como castigo limpar peixes apodrecidos com as mãos puras, ou seja, sem ferramenta nenhuma.
Entre grandes e pequenos peixes apodrecidos que representavam as almas dos que morreram sem Cristo, eu vi que as mãos deles estavam contaminadas com sangue por causa das frequentes feridas que os espinhos e escamas lhe causavam durante o trabalho que faziam. A catinga era insuportável.
Observei que alguns tentavam fugir, tomando o caminho para sair do deserto, rumo à cidade de Deus, mas de súbito, eram mordidos por víboras, na batata da perna, ao caírem ao chão, eram apedrejados por pessoas que também habitavam os morros que haviam no deserto, pessoas que deixaram de ser evangelizadas, e morreram sem Cristo. Estavam ali e tinham a missão de atormentar os crentes que durante a vida foram infiéis ao mandado de Deus. Todo aquele que tentava fugir do deserto era apedrejado. Eu fiquei extremamente chocado com o que vi, comecei a chorar, eu me vi descalço, meus pés não se queimavam no solo devido ao calor, mas quando me coloquei de joelhos, chorando, tive que levantar às pressas porque era como se eu estivesse sobre uma chapa quente. Naquele lugar ninguém tinha direito de se ajoelhar, em meio às lágrimas, tentei ver a cidade ao longe para tentar ver os fieis, ao olhar me foi dito que eles não estavam na cidade, estão descansando de suas obras e aguardam ansiosos a ressurreição.
O Espírito me disse: Venha, por agora chega, escreva o que lhe mostrei, anuncia aos eleitos de Deus, para que levem a sério o Evangelho de Jesus, para que não venham parar neste lugar.
Este é o mais próximo que chegarão do Reino de Deus, até que sejam julgados por aquilo que deixaram de fazer, quando tiveram oportunidade em vida, na terra.
Estão aqui, não porque o SENHOR assim quis, mas eles próprios pelo descaso, selaram seus destinos, neste deserto escaldante de sofrimento pós morte.
ao acordar da visão profética, respirei fundo, aliviado por estar vivo, mas tenho receio de um dia morrer e ter que viver aquilo que me foi mostrado. Não é fácil ser crente, aqui fica o alerta para aqueles que acham que brincar de igreja é passaporte garantido para o reino de Deus. Nem todo que diz SENHOR, SENHOR, herdará o reino de Deus, mas aqueles que fazem a vontade de Deus.
Julgue como quiser esta mensagem... Paz seja contigo!
O SENHOR se compadeça de nós, em o nome de Jesus Cristo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário