Hoje, antes de me levantar, eu orei e pedi ao Espírito Santo que me mostrasse a realidade pós morte daqueles que se vão alegando serem salvos. Eu dormi durante uma hora, antes não tivesse dormido, tive um sonho que aqui deixo pra você:
"Eu me vi como se estivesse flutuando rumo ao céu, havia luz ao meu redor como se fosse o farol de mil carros iluminando o meu rosto, a minha visão não suportava tanta luz, fiquei confuso querendo ver alguma coisa, mas só tinha luz a se ver, de repente tudo se apagou, ficou escuro, eu me vi dentro de um túnel semelhante a um poço sem fundo, a velocidade da queda parecia estar a cem quilômetros por hora, eu gritava desesperado, parecia nunca terminar, estava em queda livre, quando cheguei ao fundo, antes de tocar o solo, comecei a flutuar, e suavemente coloquei os pés em terra, no meio de um deserto escaldante, onde não é possível sobreviver. Havia luz como o sol que aqui temos, não havia fogo, mas era como se houvesse. Um calor insuportável. Ali estavam milhares de pessoas que com os olhos contemplavam ao longe o brilho da cidade de Deus, mas por mais que quisessem ali chegar, não lhes era permitido.
Estavam confinadas a viverem ali até que os livros do juízo do trono branco fossem abertos e lidos. Essas pessoas são os crentes que morreram estando em desobediência, por não terem pregado o Evangelho aos ímpios quando tiveram oportunidade em vida. Eu me vi diante dos crentes infiéis que tinham como castigo limpar peixes apodrecidos com as mãos puras, ou seja, sem ferramenta nenhuma.
Entre grandes e pequenos peixes apodrecidos que representavam as almas dos que morreram sem Cristo, eu vi que as mãos deles estavam contaminadas com sangue por causa das frequentes feridas que os espinhos e escamas lhe causavam durante o trabalho que faziam. A catinga era insuportável.
Observei que alguns tentavam fugir, tomando o caminho para sair do deserto, rumo à cidade de Deus, mas de súbito, eram mordidos por víboras, na batata da perna, ao caírem ao chão, eram apedrejados por pessoas que também habitavam os morros que haviam no deserto, pessoas que deixaram de ser evangelizadas, e morreram sem Cristo. Estavam ali e tinham a missão de atormentar os crentes que durante a vida foram infiéis ao mandado de Deus. Todo aquele que tentava fugir do deserto era apedrejado. Eu fiquei extremamente chocado com o que vi, comecei a chorar, eu me vi descalço, meus pés não se queimavam no solo devido ao calor, mas quando me coloquei de joelhos, chorando, tive que levantar às pressas porque era como se eu estivesse sobre uma chapa quente. Naquele lugar ninguém tinha direito de se ajoelhar, em meio às lágrimas, tentei ver a cidade ao longe para tentar ver os fieis, ao olhar me foi dito que eles não estavam na cidade, estão descansando de suas obras e aguardam ansiosos a ressurreição.
O Espírito me disse: Venha, por agora chega, escreva o que lhe mostrei, anuncia aos eleitos de Deus, para que levem a sério o Evangelho de Jesus, para que não venham parar neste lugar.
Este é o mais próximo que chegarão do Reino de Deus, até que sejam julgados por aquilo que deixaram de fazer, quando tiveram oportunidade em vida, na terra.
Estão aqui, não porque o SENHOR assim quis, mas eles próprios pelo descaso, selaram seus destinos, neste deserto escaldante de sofrimento pós morte.
ao acordar da visão profética, respirei fundo, aliviado por estar vivo, mas tenho receio de um dia morrer e ter que viver aquilo que me foi mostrado. Não é fácil ser crente, aqui fica o alerta para aqueles que acham que brincar de igreja é passaporte garantido para o reino de Deus. Nem todo que diz SENHOR, SENHOR, herdará o reino de Deus, mas aqueles que fazem a vontade de Deus.
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