A primeira exigência de Deus para o líder cristão, e a todos os cristão em si, é a santidade. Sem a santificação ninguém verá o SENHOR. O candidato ou candidata a líder precisa antes de pensar em ser líder, ter convicção de seu chamado confirmado pelo SENHOR. A santificação na maioria dos casos é vista de forma errada, muitos julgam que ser santo é ser melhor que os outros e nesse pensar, querem subjugar os demais. Somos todos iguais nos direitos e deveres. Ninguém é melhor que ninguém em nada. Para ser um bom líder precisamos ser criteriosos com a vontade de Deus, através do Espírito que nos usa em nome de Jesus, na hora que ele considera conveniente. Há pessoas que não se deixam ser usadas pelo Espírito de Deus, mas querem usá-lo de qualquer maneira, e nesse querer quebram a cara e ficam envergonhados naquilo que fazem movidos por vontade própria. O ser santo, ou viver a santidade, é estar separado vivendo de forma consciente, aguardando o momento de Deus para agir conforme Ele determina. O líder antes de ser líder, precisa dominar o pecado, sabendo que o pecado é mortal. O líder precisa ser sensível ao pecado que outros possivelmente consideram aceitável. Isaías tornou-se sensível a sua fala impura logo que viu o Senhor exaltado no templo. O tremendo som da repetição de "santo é o Senhor dos Exércitos" pelo serafim, estarreceu-o (Isaías 6:1-3). Ele gritou:”Ai de mim! Estou perdido!" (v.5). Esse foi o efeito que a visão teve no jovem profeta.
DEUS comanda todos os seus filhos: "Sede santos, porque eu sou santo" (I Pedro 1:16; Levítico 11:44; 19:2). Ele, assim, revela ambos - a base e o padrão da santidade. O alicerce da santidade do líder está no caráter do DEUS que ele está representando. Se a descrição, "homem ou mulher de DEUS", falha em representar a pessoa em comando, a comunidade cristã local que ele lidera se sentirá mais livre para andar nas trevas. Um modelo com ações dúbias encoraja seguidores a dar "jeitinhos" e ser hipócritas. O comportamento não apropriado para um líder torna a nova natureza dos filhos da luz em uma farsa (Efésios 5:8).
A santidade, do ponto de vista humano, coincide com boa reputação. Pedro não somente exortou os crentes da Ásia Menor para serem santos, mas para: "Manter exemplar o vosso procedimento no meio dos gentíos, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a DEUS no dia da visitação" (I Pedro 2:12). O mundo secular do primeiro século acreditava que os cristãos eram maus. Acusações das mais variadas e absurdas foram motivos de mexerico. Contudo, as boas obras dos cristãos e a preocupação amorosa dos crentes continuava a desmentir as acusações pagãs.
Os apóstolos alistaram uma boa reputação como a primeira exigência para aqueles que haveriam de ocupar a função de liderança (Atos 6:3). Na lista de exigências para o ofício pastoral, "irrepreensível" é a primeira (1Timóteo 3:2; Tito 1:6).
A falta de compromisso com os princípios éticos e doutrinários relacionados ao Evangelho de Jesus Cristo deve ressoar como um alerta.
A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, em tempo algum!
O SENHOR te abençoe e prospere em santificação e justiça.
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