A VARIEDADE DE LÍNGUAS não é a capacidade de aprendermos e falarmos em outras línguas ( inglês, espanhol, alemão, etc), como supõem alguns. Tampouco é o propósito desse dom a pregação do evangelho para estrangeiros. No dia de Pentecostes, 120 discípulos foram batizados com o Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas de forma que os visitantes de Jerusalém, procedentes de outras nações, puderam entender um pouco aqui e um pouco ali, em suas línguas maternas. Mas quando foi necessário responder as suas perguntas e pregar o evangelho a eles, Pedro se levantou e falou com todos eles em aramaico, que era a língua falada naquela parte do mundo. O resultado disto é que 3000 almas se arrependeram e foram salvas. Eles certamente compreenderam a pregação de Pedro. Portanto, as outras línguas foram uma evidência do batismo e a capacitação do Espírito Santo, mas não tinha o propósito da pregação a estrangeiros. Esta manifestação do Espírito tem duas funções: Em primeiro lugar, como línguas devocionais, o seu propósito é edificar a pessoa que a pessoa que as usa. Em segundo lugar o dom de línguas é para ser usado juntamente com o dom de interpretação de línguas para a edificação de toda a igreja e não somente do indivíduo. Em 1 Co 14:2 Paulo diz: O que fala em línguas, não fala aos homens, mas fala a Deus. Pois ninguém o entende, pois em Espírito fala mistérios. Prouvera Deus que todos falassem em línguas estranhas (1 Co 14:5, 18, 39). Leia também 1 Co 14:14-15.
DOM DE INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS
É o dom que acompanha o dom de línguas, e são sempre usados juntos. É a capacitação sobrenatural, pelo Espírito Santo, de se interpretar uma expressão verbal em línguas estranhas na língua natural da congregação. Não é o dom de tradução. O interprete não entende a língua empregada na expressão verbal que foi dada. A interpretação é tão sobrenatural quanto à expressão verbal. No entanto, pelo dom do Espírito Santo, o discípulo em questão é capaz de tornar a expressão verbal inteligível, para que a congregação possa recebê-la e ser edificada por ela. A interpretação de línguas é tão sobrenatural quanto o dom de línguas, ou qualquer outro dos nove dons do Espírito. Não aprendemos à língua, mas o mesmo Espírito Santo que inspira o falar em línguas inspira também a sua interpretação. Isto tampouco é uma tradução, a qual é geralmente feita palavra por palavra, ou é uma tentativa de uma interpretação literal. Este dom de interpretação, no entanto, nos dá o significado da mensagem em línguas. O Espírito interpreta o significado do que foi dito em línguas. Isto significa que pode haver uma maior elaboração e explicação do que foi contido nas palavras faladas em línguas. Quando uma língua for uma oração, a interpretação poderá ser um relatório em detalhe da oração na língua conhecida. Ou ainda a interpretação poderia incluir a resposta de Deus à oração inteirando os ouvintes sobre o que Deus vai fazer por causa da oração, e quaisquer condições que precisem ser satisfeitas para que a oração seja respondida. O elo entre o indivíduo que fala em línguas e o interprete é o Espírito Santo inspirando a ambos.
DOM DE PROFECIA (1 Co 12:10)
Simplesmente traduzida, a palavra profetizar significa expressar palavras inspiradas. De acordo com 1 Co 14:31, todos os crentes podem exercitar este dom em determinadas ocasiões, como o Espírito Santo quiser. Todos podem profetizar uns após os outros, e não mais que três, em qualquer reunião. (1 Co 14:29-33)
a) Seu propósito o propósito de tais expressões proféticas é:
Edificar a igreja. Isto significa estabelecer, fortalecer os crentes.
Exortar os crentes. Reavivá-los, confrontá-los e desafiá-los.
Consolá-los. Falar palavras de consolo e encorajamento.
Frequentemente, as profecias incluem todos estes três elementos.
b) Três mal entendidos sobre as profecias
Elas não devem ser confundidas com uma pregação. Muitos, hoje em dia, insistem que o dom de profecia é a habilidade de se pregar bem. No entanto, a pregação e o ensino são geralmente os resultados da meditação em oração da palavra de Deus e de uma preparação meticulosa de nossa mente e espírito, para que possamos ministrar um entendimento ao povo. Em contraste, o dom de profecia não é o resultado de um estudo meticuloso. É uma expressão verbal espontânea pelo Espírito Santo. O dom de profecia não é para se predizer o futuro. Este dom é para clarificar e encorajar o presente ao invés de predizer o futuro.
O seu propósito é a edificação, exortação e consolo e não a predição de eventos futuros. Sempre que há um elemento de predição numa profecia, em geral é porque há outro dom (palavra do conhecimento ou sabedoria) operando juntamente. Este dom não é para uma direção pessoal Se estivermos em necessidade de uma direção pessoal, deveríamos pedir isto ao próprio Jesus Cristo. Veja Tiago 11:5-8. Também podemos buscar tal direção nas páginas da Bíblia. Se uma expressão profética vier a nós com instrução para o futuro, isto deveria apenas confirmar o que Deus já nos mostrou pessoalmente.
Tudo com ordem e com decência, um de cada vez, nunca todos de uma vez. e somos exortados a não continuar falando em línguas (profetizando), caso não haja interprete que interprete para a igreja. A maioria das igrejas fazem bagunça. Arranjam pula pula, gritaria, algazarra, arrastam cadeiras, rodopiam, pulam com uma perna só rolam no chão, mas isso só tem um nome... MENINICE. Deus não é Deus de bagunça. Muitas vezes as pessoas movidas por emoções desenfreadas, nem vida de oração possuem. É tanto balaio de gato e maracutaia que Satanás faz a festa no meio deles e eles ficam achando que é Deus.